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Dom Fernando ministrou sacramento da Unção dos Enfermos a pacientes do HR |

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Alguns pacientes e familiares do HR participaram da Missa de Cinzas |
A programação da abertura da Campanha da Fraternidade iniciou com uma palestra sobre o tema da CF 2020, ministrada pelo diácono Sandro Roberto. Em sua palestra, o diácono recordou que a Campanha da Fraternidade exige conversão: “A indiferença ao sofrimento humano deve ser combatida, pois compaixão é ter mais coração nas mãos”.
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Diácono Sandro Roberto apresentou painel sobre a CF 2020 |

O Hospital da Restauração foi escolhido para o lançamento da CF2020 pela Arquidiocese devido ao simbolismo da unidade de saúde para todos os pernambucanos. Convergem para o HR pacientes da capital e do interior do Estado, de todas as classes sociais, pois ser atendido lá faz toda a diferença para quem está lutando entre a vida e a morte. Maior hospital público do Nordeste, “a Restauração”, como é chamado, é referência em emergência médica e salvamento, notadamente nas áreas de neurologia, queimaduras, traumatologia, cirurgia bucomaxilofacial, cirurgia geral, clínica médica e ortopedia. Ou seja, o HR contribui para o salvamento de muitas vidas. E lutar em favor da vida foi o legado da Santa Dulce dos pobres, figura inspiradora da Campanha da Fraternidade de 2020.
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Funcionários do HR também participaram da Celebração de Cinzas |

A Missa de Cinzas foi presidida pelo Metropolita de Olinda e Recife, que em sua homilia evidenciou que a conversão de cada pessoa deve ser autêntica e dinâmica. “A Campanha da Fraternidade ensina que para vivera fé é preciso caminhar na solidariedade”, ensinou dom Fernando.

Tradicionalmente as cinzas usadas na celebração da Missa de Cinzas são geradas a partir da queima dos ramos usados na Missa de Domingo de Ramos do ano anterior. Os ramos são guardados nas paróquias e no ano seguinte são incinerados e as cinzas produzidas são abençoadas durante a Missa e os fiéis recebem as cinzas, impostas em suas cabeças pelos arcebispos, bispos, padres e diáconos. A imposição das cinzas na fronte dos fiéis e clero faz referência à humildade, ao tempo de penitência da Quaresma, lembrando a fragilidade humana: “O homem vai morrer, porque veio do pó e ao pó da terra voltará” (cf. Gn 3, 19).
Também participaram da Missa de Cinzas três pacientes do Hospital da Restauração e seus familiares. Após a Missa, o arcebispo, o bispo auxiliar e os sacerdotes ministraram o sacramento da Unção dos Enfermos a alguns pacientes de outras alas da unidade de saúde.
Pascom AOR – Postado por Anna Beatriz em fev 27 2020